Por Wanglézio Braga

Lucas Lima cruzou o país para viver um dos momentos mais aguardados da programação da Expoacre 2026. Natural do Acre, mas morando há alguns anos em Recife (PE), o vaqueiro retornou a Rio Branco acompanhado dos próprios cavalos para disputar exclusivamente a grande vaquejada da feira, que começa nesta sexta-feira (7).
Ao Portal Acre Mais, Lucas contou que a paixão pelo esporte nasceu em 2008, após acompanhar as competições por influência de um amigo. Desde então, nunca mais deixou as pistas. “Virou um vício que faz parte do coração”, resume o competidor. O envolvimento foi tão grande que acabou inspirando toda a família a também praticar a vaquejada. Antes mesmo de falar sobre a competição, ele revelou qual foi a primeira parada ao desembarcar no Acre: matar a saudade do tradicional tacacá. “Lá em Recife até tem, mas não é a mesma coisa”, brincou.
Acostumado ao berço da vaquejada no Nordeste, Lucas acredita que o esporte vive uma evolução expressiva na Região Norte. Segundo ele, o Acre tem acompanhado esse crescimento com melhorias na estrutura das competições, aumento do número de praticantes e premiações mais atrativas. O vaqueiro afirma que a vaquejada acreana já apresenta um nível muito próximo ao encontrado no Nordeste, considerado referência nacional na modalidade.
Agora, a expectativa é transformar toda a preparação em um bom desempenho dentro da arena. Depois de percorrer milhares de quilômetros para voltar às origens, Lucas chega motivado para representar a experiência adquirida no Nordeste e reencontrar amigos, competidores e o público acreano em uma das atrações mais tradicionais da Expoacre. Para ele, mais do que disputar um título, a competição também representa o prazer de retornar à terra onde tudo começou.
