Por Wanglézio Braga
As alpacas e lhamas, animais típicos da região dos Andes, estão entre as grandes atrações da Expoacre 2026. O responsável por levar essa diversidade ao parque de exposições é Wellington Araújo, do Rancho WR, de Alvorada do Oeste (RO), que também apresentou um plantel de ovelhas ao público acreano. A presença de alpacas e lhamas na Expoacre 2026 chama a atenção dos visitantes e amplia a diversidade da pecuária em exposição, atraindo famílias, estudantes e produtores interessados em conhecer espécies pouco comuns na região Norte.

Segundo Wellington, a exposição também tem um caráter educativo. Durante a feira, ele explica aos visitantes as principais diferenças entre alpacas e lhamas. Enquanto a alpaca é menor, possui mais lã e costuma ser mais dócil, sendo até considerada um animal de companhia, a lhama é mais alta, tem o pescoço alongado, menos lã e características físicas bem distintas. Saiba as diferenças entre alpacas e lhamas e conheça os cuidados necessários para a criação dessas espécies, destacou o criador, que permanece à disposição para esclarecer dúvidas do público.
O produtor explicou ainda que a criação exige manejo específico, principalmente na alimentação e na sanidade. As espécies necessitam de pastagens adequadas, controle rigoroso de verminoses, suplementação vitamínica e vacinação, além do acompanhamento de profissionais especializados. Wellington revelou que o Rancho WR conta com a assistência de um médico-veterinário peruano, especialista em camelídeos sul-americanos, que acompanha o rebanho e orienta o manejo no Brasil.
Para Wellington Araújo, investir na criação desses animais une paixão e oportunidade de negócio. Ele afirma que a atividade tem potencial econômico quando conduzida com planejamento e conhecimento técnico, mas ressalta que o carinho pelos animais continua sendo um dos principais motivos para seguir na atividade. Na Expoacre 2026, o resultado aparece no interesse constante dos visitantes, que aproveitam para conhecer de perto as alpacas, lhamas e ovelhas, registrar fotos e descobrir mais sobre uma criação ainda pouco difundida na Amazônia.
