Por Wanglézio Braga
Danilo Leandro já coleciona títulos em diferentes arenas do país e, em 2026, acrescentou mais uma conquista ao currículo ao vencer a prova de Team Roping da Expoacre, em Rio Branco. O atleta, que pratica o laço em dupla, conta que já competiu em diversas provas no Acre e em outros estados e que, em 2023, conquistou um carro em uma competição realizada em Rondonópolis (MT). Também acumula premiações em provas disputadas em cidades como Cuiabá e Alto Garças, no Mato Grosso, além de outras competições. Danilo Leandro é um dos nomes de destaque do Team Roping no Acre, modalidade que vem ganhando espaço entre os praticantes dos esportes equestres.
A relação de Danilo com os cavalos começou ainda na infância, influenciada pela convivência com a família e com a vida no campo. “Eu sou nascido e criado no meio de fazenda. Meus pais, meu avô… comecei com paixão por cavalo desde pequeno”, contou ao Portal Acre Mais. A aproximação com outros praticantes do esporte veio depois, quando passou a treinar e participar de competições. Desde então, o que começou como uma paixão pelos cavalos acabou se transformando em rotina de treinos, provas e conquistas.

No Team Roping, a dupla é formada pelo cavaleiro e pelo cavalo, e o desempenho depende da sintonia entre os dois. “É 50% cavalo, 50% cavaleiro”, explica Danilo. Nas provas, os competidores buscam os melhores tempos nas classificatórias e avançam para as etapas seguintes, nas quais as marcas são consideradas para definir a média final. O menor tempo médio determina o vencedor. Para quem acompanha a modalidade, grandes provas em Mato Grosso e São Paulo estão entre os principais destinos do circuito. Rondonópolis, por exemplo, recebe uma competição tradicional no fim do ano, enquanto Barretos voltou a realizar provas de laço nos últimos dois anos.
No último final de semana, ele esteve participando da prova da Expo Capixaba 206. Danilo agora mira as grandes competições do circuito nacional, mas mantém a ligação com aquilo que o levou ao esporte: o cavalo, o campo e a convivência com outros laçadores. “É o sonho de todo cowboy laçar em Barretos, e sair vencedor de lá. Quem sabe, né?”, resume.
