Por Wanglézio Braga
O 1º Torneio Leiteiro da 13ª edição do Circuito Country de Epitaciolândia encerrou neste domingo (3) com a aclamação dos vencedores e a expectativa de fortalecimento da produção leiteira na região. A cerimônia contou com a presença do ex-prefeito e delegado Sérgio Lopes e reuniu produtores rurais que acompanharam os resultados finais da competição, considerada uma das novidades do evento agropecuário deste ano.
Na categoria 1ª Cria, o produtor Ieike Antônio, da Colônia São Martins, conquistou o primeiro lugar com a vaca Pérola Negra, que alcançou a marca de 37,447 quilos de leite na soma dos quatro dias. O segundo lugar ficou com Vermelhona, também de Ieike Antônio, com 22,952 quilos, enquanto Nilinha, de Alfredo Braz, da Colônia Bom Jardim, fechou a classificação com 17,640 quilos.

Já na categoria Vaca, Ieike dominou o ranking com Pintada (43,470 quilos), Criola (38,349 quilos) e Gercinha (26,085 quilos). Alfredo Braz apareceu na sequência com Rio Madeira (18,705 quilos) e Lagoinha (16,750 quilos). A premiação foi considerada atrativa dentro do segmento, com entrega de embriões para os primeiros colocados. O campeão recebeu mais de 10 embriões, o vice ficou com mais de seis.

Para Ieike Antônio, o torneio representa um avanço importante para o setor leiteiro local. “Isso fortalece a nossa bacia leiteira. Ainda sentimos falta de mais participantes, mas daqui para frente podemos melhorar nossa genética e fortalecer ainda mais o próximo concurso”, afirmou. O produtor destacou ainda o potencial das vacas crioulas e disse acreditar que o incentivo ajudará no melhoramento genético do rebanho regional. “Estamos felizes e esperamos que esse prêmio nos ajude cada vez mais”, declarou.
Já Alfredo Braz ressaltou que a competição serviu como aprendizado e motivação para os produtores da região. “Foi uma experiência muito boa e trouxe incentivo para investir mais na genética. Em outros estados vemos vacas produzindo 25, 30 por dia. Aqui ainda estamos começando, mas não é tarde. Com dedicação e melhoramento genético, nossa bacia leiteira pode crescer muito”, disse.

