Por Wanglézio Braga
A pitaya, conhecida como fruta-do-dragão, vem ganhando cada vez mais espaço nas gôndolas e na mesa do consumidor acreano. Em Rio Branco, o quilo está sendo comercializado entre R$ 15 e R$ 18 nos supermercados, valor considerado atrativo para o período de safra. A produção local tem sido fundamental para garantir oferta, qualidade e preços mais acessíveis ao consumidor, fortalecendo a fruticultura regional.
O abastecimento da capital é garantido, principalmente, por produtores rurais de Rio Branco, Capixaba e Senador Guiomard, que vêm apostando no cultivo da pitaya como alternativa de diversificação e aumento da renda. A fruta se adapta bem ao clima da região e apresenta boa produtividade quando manejada corretamente. O cultivo da pitaya surge como uma excelente oportunidade de negócio para pequenos e médios produtores, especialmente pelo crescimento da demanda no mercado local.

Fora da safra, no entanto, os preços sobem consideravelmente, podendo variar entre R$ 30 e R$ 40 o quilo, reflexo da redução na oferta. Esse cenário reforça a importância do planejamento da produção e da adoção de técnicas que permitam estender o período de colheita. A valorização do produto fora da safra pode representar maior rentabilidade para quem investe em tecnologia e manejo adequado.
BENEFÍCIOS
Além do apelo comercial, a pitaya se destaca pelos benefícios à saúde. Rica em fibras, vitaminas, antioxidantes e minerais, a fruta auxilia no funcionamento do intestino, fortalece o sistema imunológico e contribui para a saúde do coração. O consumo regular da pitaya está associado à melhora da digestão, controle do colesterol e prevenção de doenças, o que amplia ainda mais o interesse do consumidor por esse produto.
